Sobre

CONCEITO

A mudança é inevitável, nada é imutável, tudo se transforma o tempo todo, estámos em constante movimento, e a arte nos ajuda a entender e resignificar, assim como a poesia que toda arte carrega em si. 

Reinventar, resignificar, reaproveitar o que ia para o lixo, aquilo que não se usaria mais, transformando em produtos poéticos, trazendo poesia para o dia-a-dia. Eis o novo conceito do Atelier ReInventa. 


HISTORIA

O Atelier ReInventa existe desde 2013, criado pela artesã Ana Paula Martins, após uma crise profissional e pessoal. Chamava-se inicialmente "Trecos & Arterices, e produzia apenas camisetas pintadas à mão. Mudou de nome em 2015, com uma nova proposta, trazer produtos feitos à mão com matéria prima reaproveitada, eram vendidos produtos de diversos seguimentos como: decoração, bijuterias e papelaria, com temas diversos.

Em 2018, o atelier passa por uma reformulação, ainda com a sustentabilidade como principio, assume e agrega uma outra vocação e paixão da artesã, entra em cena a poeta, e os produtos passam a ter dois únicos temas: Poesias e Mandalas (que se mantem, agora reformuladas).


A ARTESÃ

Ana Paula Martins formou-se em Pedagogia pela Universidade Federal de São Carlos, trabalhou como professora de educação infantil na Rede Municipal de Ensino em São Paulo durante 10 anos. Especializou-se em Dança e Consciencia corporal pela UNIFMU.

É apaixonada pela arte desde criança, tendo praticado a Dança e o Desenho/pintura desde sempre.

Depois de uma avalanche de crises, resignificações e desconstruções resolveu abraçar de vez suas paixões como profissão, assumindo novas vocações.

Nessas reconstruções todas a Pedagoga virou Dançarina, Artesã, Poeta e estudante de Arteterapia.

Há 5 anos é também criadora, organizadora, apresentadora, dançarina e clown no projeto EITA! Sarau.

Artista de múltiplas faces, uma pedagoga que mais aprende do que ensina. Atualmente se perdendo para se encontrar, desconstruindo para se reconstruir. Descobrindo que sempre pensou fora da caixinha, mas teimava em continuar dentro dela. À procura de um mundo mais redondo e sincero. Descobrindo-se artesã de si mesma, começando a pintar a vida com mais cores. Porque existe vida além do preto e branco.